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Educação

Evite transtornos na compra de material escolar

[09/01/2012]

Papelarias cheias. Pais brigando com os filhos, que não se cansam de pedir cadernos com estampas de times de futebol ou personagens infantis. Listas intermináveis. Comprar o material escolar pode se tornar um pesadelo para os pais se essa compra não for feita de forma bem planejada.

Por esse motivo a cabeleireira Patrícia Maria de Jesus, 42 anos, se planeja o ano todo para o próximo ano letivo. Ela é mãe de Laura, 7 anos, que estuda em um colégio particular de Santo André. Patrícia estima que terá que desembolsar só neste início de ano cerca de R$ 1 mil, entre livros materiais didáticos.

“Prefiro pagar tudo a vista, para ver se consigo descontos. Para isso, eu me planejo todos os meses. Corto um gasto aqui, deixo de fazer uma viagem lá. De pouquinho em pouquinho vou juntando dinheiro para a compra do material escolar”, comentou.

A cabeleireira explica que a tarefa mais difícil é a de conciliar preço baixo à tentativa de atender aos desejos da filha. Para ela, levar a menina para as compras facilita na hora de fazer essa negociação.
“Eu tento sempre entrar em um acordo com a Laura. Não acho que seja legal dar para minha filha coisas que ela não gosta. Por outro lado, dentro do que ela gosta, eu procuro procurar o que está mais barato. Se não for possível, ofereço alternativas. Explico para ela a diferença entre os valores, e ela já se acostumou. Tanto que ela sempre pergunta para mim se algo é caro ou é barato”, afirmou.

NEGOCIAR
Patrícia recomenda aos pais de primeira viagem que façam uma boa pesquisa de preços antes de sair comprando. “Pegue um dia mais tranquilo e saia pelas lojas, para fazer uma pesquisa. Caso isso não seja possível, faça pela internet mesmo. Algumas vezes é possível comprar produtos que agradem a criança, sem pagar muito”, completou.

Foi exatamente o que não fez a promotora de vendas Danielle França, 24 anos. Neste domingo (8), ela havia acabado de fazer a compra da lista de materiais para o seu filho João Victor, 5 anos. E já estava arrependida. “Fiquei ansiosa. Comprei na primeira loja que entrei. Já ví que iria encontrar preços melhores em outros lugares. Agora já estou mais preparada para os próximos anos. Com os pés no chão”, comentou.

DICAS
Consultor de finanças pessoais, Marcos Crivelaro ressaltou que selecionar os materiais que ainda podem durar mais um ano, além de reunir grupos de pais para fazer compras coletivas são boas opções para conseguir baixar os gastos com esses produtos. “É preciso usar outras estratégias para economizar. Uma delas é fazendo compras em conjunto, já que muitos comerciantes dão desconto para grandes volumes.

Por outro lado, procurar os ambulantes não é uma opção. Os produtos podem ser mais baratos, mas muitas vezes não tem boa qualidade”, opinou.

O Procon-SP também dá algumas dicas de como se dar bem na hora de comprar esses produtos. Uma das sugestões que a entidade faz em seu site, é que os pais entrem em contato com a escola para negociar quais itens da lista são realmente necessários.

Guia das lojas mais confiáveis
Para quem tem dúvidas sobre as lojas virtuais, alguns sites oferecem guias de páginas de comércio eletrônico confiáveis. Um desses é o e-bit (www.ebit.com.br), empresa que conta com relações de empresas bem avaliadas, assim como aquelas que são um convite para sofrer um golpe.

8907/94
É o número da lei federal que regulamenta os critérios para a confecção do uniforme escolar.

Uma ajuda para comprar melhor
Na página do Procon-SP na internet, o órgão oferece um guia para a compra de material escolar. O manual está disponível no endereço www.procon.sp.gov.br/pdf/acs_material_escolar.pdf

Pela internet, só se for por comodidade
Comprar sem sair de casa, as vezes até pagando menos. Essas são algumas das vantagens de fazer as compras pela internet. Mas será que compensa adquirir os ítens da lista do material escolar pela rede mundial de computadores? A resposta é positiva só se você quer evitar as filas, o empurra-empurra, e o carregar de sacolas na hora de fazer as compras.

O BOM DIA fez uma pesquisa comparando os preços de três lojas virtuais (Gimba, Walmart e Saraiva.com) com o de três estabelecimentos de rua (Armarinhos Fernando, Empório do Papel e Kingpel), do Centro de Santo André. A diferença nos valores cobrados foi de 65,66% a favor das papelarias convencionais.

Por uma lista de 16 produtos, que inclui materiais básicos como lápis, canetas e cadernos, o valor médio cobrado nas lojas de Santo André foi de R$ 44,55. Enquanto isso, no comércio virtual a soma foi de R$ 73,81.

Independente da sua decisão. Pesquisar continua sendo uma medida fundamental. No caso das lojas virtuais, a diferença de preços chegou a 111% (R$ 102,50 no Walmart e R$ 48,64 na Gimba). Diferença parecida com a encontrada nas papelarias: 100% (R$ 58,30 no Empório do Papel e R$ 29,18 na Kingpel).

De acordo com o Procon-SP, nas compras feitas pela internet, o consumidor tem um prazo de sete dias para desistir da compra, que começam a ser contados a partir do recebimento da encomenda ou da assinatura do contrato.

Ainda segundo o órgão de defesa do consumidor, o cancelamento da compra deve ser feito por escrito, e os valores pagos devem ser devolvidos pelo comerciante com correção monetária.

Fonte: Rede Bom Dia - Dia Dia ( Acessado 09/01/2012 - 10h44)

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